sábado, 26 de novembro de 2016

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Elisabete Decoló


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Simone Medeiros


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta Sanjo Muchanga


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta Nillo Costa


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo


Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Simone Moisés


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta Maurício Duarte


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Maria João Brito de Sousa


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Luiza Senis


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Lucia Santana

É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Kainha Brito

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Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Joana Tiemann Gabe


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Maria Ivoneide Juvino de Melo



É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta Hudson Ribeiro


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta José Leite Guerra


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta Everaldo Lisboa


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Ana Cristina da Costa


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Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Emília Guerra


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Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta Elias Torres


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Edi Almeida


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta Chico Mulungu


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta José Manuel Cabrita


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta Antonio Montes


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo ao poeta Antonio Jorge


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Andreiihya Marhyá


É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Congratulação Acadêmica em Homenagem ao Aniversário de Morte de António Aleixo à poetisa Ana Sofia

É com um sentimento de festejo que a Academia Virtual de Letras António Aleixo, congratula os seus membros acadêmicos neste certificado que só comprova o sentimento de congregação para com a obra do nosso patrono. Parabéns a todos e que esse espírito voluntarioso permaneça nesta casa, obrigada!!!
Maria Ivoneide Juvino de Melo

Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Hudson Ribeiro



Patrono : Walt Whitman.
Acadêmico: Hudson Ribeiro.
Cadeira : 19.
Apogeu Poético : Homenagem Póstuma ao Poeta Antonio Aleixo
Tema : Poeta Visionário.

LIÇÕES DE ANTONIO ALEIXO

Poetizar com a dureza brutal das pedras
Que não rolam
Criam musgos e sepultam histórias.
Poetizar com a leveza suave das folhas
Que voam anunciando
O tempo propício
Fartura de liberdade e de pão.
Sob intempéries das mais inclementes
Percorrer os vários cantos da face da Terra
Sendo chão e semente
Sendo presente mesmo ausente.
E se indignar com o imundo no mundo
Dominando o formoso
De um modo escabroso
A fome do povo estampada
Nas feiras das muitas povoações.
Silenciosamente contemplar o céu estrelado
Em noite de lua cheia
E lembrar-se de fatos ocorridos
Em sua pequenina aldeia
Quando todas as cores eram azuis
E o galo conclamava o sol
Para o bocejo matinal.
Poetizar com a dureza
Das vidas desencontradas
Onde a solidão sedenta e esfomeada
Tornam todas as taças de pratas esvaziadas
Cheias apenas de desilusões
Ressentimentos ecoando sólidos
Por todos entupidos poros
Dos corpos enfraquecidos
Pelas podridões adocicadas.
Poetizar com a leveza
Da poeira da estrada encantada.
Alcançar captar o tudo
Na impossibilidade inexorável
De capturar o nada.
E fazer da poesia impenetrável escudo
Afiadíssima espada
E com a mente alada
Engendrar fartas esperanças
Em cada solícito vão
Dos inúmeros funestos desvãos
Que assombram os mortais
E ser cada vez mais
Vela acesa no mundo.


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Joana Tiemann Gabe



Patrono: Pablo Neruda
Acadêmica: Joana Tiemann Gabe
Cadeira: 35
Apogeu Poético - Homenagem Póstuma a Antonio Aleixo.
Tema : Poeta Visionário

Num dia sombrio
cheio de desertos
de repente sorrio
vislumbro um oásis de versos

Minha alma poética faz uma parada estratégica
Descansa e se abastece de filosofia

Filosofia que me traz contentamento
que sacia minha sede de conhecimento
Filosofia cheia de crítica social e ironia
Filosofia de rimas abundantes.

Que feliz sina,
poeta de mente brilhante!
Obrigada, Antônio Aleixo
com você o mundo ficou mais pensante.
Joana Tiemann



Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Maurício Duarte


Patrono: Paulo Coelho
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 18
Minha pequena homenagem ao grande poeta António Aleixo, patrono da nossa AVL (Academia Virtual de Letras).

Ser artista é ser alguém!
Que bonito é ser artista,
ver as coisas mais além
do que alcança a nossa vista!
António Aleixo

Glosa:

Ser artista é uma honra!
Crer no maravilhoso
do mundo, numa ronda,
alguém que é poderoso!
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Simone Medeiros


Patrono : Paulo Leminski
Acadêmica: Simone Medeiros
Cadeira : 17
Apogeu Poético: Homenagem póstuma do patrono AVL Antonio Aleixo.
Tema : Poeta Visionário.


ANTÔNIO ALEIXO, UM POETA E TANTO

Soube ele, o poeta português
Antônio Aleixo decifrar os porquês
Em suas poesias, ele retratava
O que mais seu coração vibrava

Soube da vida ser um bom sujeito
Suas poesias retrataram isso
Não tinha com a fama compromisso
Mas, tinha rimas e versos no peito

Antônio Aleixo, querido patrono
Eis, que humildemente, homenageio
Não há poemas teus q' eu não apaixono
Por eles vou aos céus, vagueio

Pela sua simplicidade nos versos
Trago no peito uma doce saudade
O de nunca tê-lo conhecido de verdade
Mas, leio feliz seus poemas diversos...
(Simone Medeiros)


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Nillo Costa


Patrono : Almeida Garret.
Acadêmico : Nillo Costa.
Cadeira : 09
Apogeu Poético: Homenagem Póstuma a Antonio Aleixo.
Tema : Poeta Visionário.

POETA VISIONÁRIO...

1899 em Portugal,numa pequena vila real
de Santo Antonio nascia,homem simples de família humilde,
um semi analfabeto,Nascia o poeta em uma vila
cheia de pobreza difícil sobreviver com aquela dificuldade.
Antonio Fernandes Aleixo,não tinha paradeiro
mudava de emprego constantemente.
Trazia em seu currículo imigração,doença,
vivia a tragédia da família,um homem simples,
de uma personalidade digna,conhecedor,
de diversos assunto na política,na cultura,
e da sociedade cultural,fez de tudo na vida,
no seu percurso de vida teve varias profissões,
ele foi um tecelão,foi servente de pedreiro,
até a policia ele tentou como emigrante na França.
Quando voltou as suas origens em Loulé,passou a vender cautelas(seguros)e a cantar suas próprias
composições pelas feiras de Portugal,assim vivia
o poeta Antonio Fernandes Aleixo que em 16 de novembro
de 1949 veio a falecer de uma tuberculose da qual
já teve como vitima uma de suas filhas.
__Nillo Sergio__
@PoetaDoBalcao.


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Maria Ivoneide Juvino de Melo


Patrono : Ferreira Gullar.
Acadêmica : Maria Ivoneide Juvino de Melo,
Apogeu Poético - Homenagem Póstuma a Antonio Aleixo.
Tema : Poeta Visionário.

Eu não tenho vistas largas,
nem grande sabedoria
mas dão-me as horas amargas
lições de filosofia.
Antonio Aleixo.

Poeta Visionário.

Singra nos teus versos sábios
que brotam dum ventre poético
explode no seu canto solitário
denúncia carência rasga destino
é visionário o homem simples
vislumbra a altiva labuta que lhe dão
canta a seu povo moral c' defeito
em versos perfeitos quadras felizes
reluz e brilha a rima na s' inteligência
chora o violeiro lacrimeja a glosa
lamenta o doutor sociedade que é suja
por ele é amaldiçoada sangra utopia
num mundo sem alento somos regidos
lamenta o poeta!
Maria Ivoneide Juvino de Melo.


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Maria João Brito de Sousa


Patrono : Florbela Espanca
Acadêmico : Maria João Brito de Sousa
Cadeira : 06
Apogeu Poético : Homenagem Póstuma a António Aleixo.
Tema : Poeta Visionário.

MOTE

"Sem ter chicote nem vara
Manda-me a minha razão
Atirar versos à cara
Dos que me roubam o pão."
António Aleixo
In "Este Livro Que Vos Deixo"

SEM TER CHICOTE, NEM VARA...

(Décimas)

I
"Sem ter chicote, nem vara",
Tenho, porém, munições
E sobejam-me razões
Pr`afirmar, de forma clara,
Que, à má-fé, ninguém me pára
Com lentilhas... nem milhões!
Há pr`aí tantos ladrões
Que a gente já nem repara
Se com ladrões se depara
Nos caudais das multidões!

II
"Manda-me a minha razão",
Que é excelente conselheira,
Que não vá sem vara à feira,
Porém, se vejo um ladrão,
Vir na minha direcção
Sigo em frente, sorrateira,
Nunca caindo na asneira
De baixar, de todo, a mão
Onde guardo a "munição"
Esculpida à minha maneira;

III
"Atirar versos à cara"
- nunca pedindo perdão! -
Deixa mossa no vilão
Que pr`á fuga se prepara...
Mais o firo, sem ter vara,
Do que com vara, ou bastão!
"Dá de frosques"*, o poltrão,
Que um bom verso é coisa rara;
Fere, infecta e forma escara,
Nem que acerte de raspão...

IV
"Dos que me roubam o pão",
Não terei misericórdia!
São escória dessa mixórdia**
Que envergonha uma nação
E, tendo uma rima à mão,
Assim que surja a discórdia
- se se não lembra recorde-a
porque a não recorda em vão... -,
Zurzirei cada ladrão
Com mil quadras de (in)concórdia!
Maria João Brito de Sousa - 12.11.2016 - 17.12h
* Dar de frosques (popular) - Fugir, bater em retirada...
** Mixórdia - Misturada, bagunça


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Luiza Senis


Patrono : Vinicius de Morais.
Acadêmica : Luiza Senis.
Cadeira : 33
POETAS ALGARVIOS DE ONTEM...DE HOJE... DE SEMPRE
Apogeu Poético : Homenagem Póstuma a Antonio Aleixo.
Tema : Poeta Visionário.

A Gentil Camponesa
MOTE

Tu és pura e imaculada,
Cheia de graça e beleza;
Tu és a flor minha amada,
És a gentil camponesa.

GLOSAS

És tu que não tens maldade,
És tu que tudo mereces,
És, sim, porque desconheces
As podridões da cidade.
Vives aí nessa herdade,
Onde tu foste criada,
Aí vives desviada
Deste viver de ilusão:
És como a rosa em botão,
Tu és pura e imaculada.

És tu que ao romper da aurora
Ouves o cantor alado...
Vestes-te, tratas do gado
Que há-de ir tirar água à nora;
Depois, pelos campos fora,
É grande a tua pureza,
Cantando com singeleza,
O que ainda mais te realça,
Exposta ao sol e descalça,
Cheia de graça e beleza.

Teus lábios nunca pintaste,
És linda sem tal veneno;
Toda tu cheiras a feno
Do campo onde trabalhaste;
És verdadeiro contraste
Com a tal flor delicada
Que só por muito pintada
Nos poderá parecer bela;
Mas tu brilhas mais do que ela,
Tu és a flor minha amada.

Pois se te tenho na mão,
Inda assim acho tão pouco,
Que sinto um desejo louco:
Guardar-te no coração!...
As coisas mais belas são
Como as cria a Natureza,
E tu tens toda a grandeza
Dessa beleza que almejo,
Tens tudo quanto desejo,
És a gentil camponesa
António Aleixo, in "Este Livro que Vos Deixo..."




Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Kainha Brito


Patrono: J. G. de Araujo Jorge
Acadêmica: Maria S. P. Silva - Kainha Brito
Cadeira 14
Apogeu Poético : Homenagem póstumas a Antonio Aleixo.
Tema : Poeta Visionário


Antônio Aleixo, iluminado ser.
Um grande poeta visionário
Não precisou de tanto saber
E deixou seu legado literário

Superou pobreza e miséria
Foi muito além do seu tempo
Destacando-se em sua era
Decantando seus momentos

Foi guarda policial, tecelão
Sabia os versos interpretar
Tinha riqueza de inspiração

Era espontâneo e popular
Humilde, porém com visão.
O que o fez se destacar

Kainha Brito


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – José Leite Guerra


Patrono: Manoel de Barros
Acadêmico: José Leite Guerra
Cadeira: 05
Apogeu Poético : Homenagem Póstuma a Antônio Aleixo
Tema: Poeta Visionário.
Homenagem ao nosso Patrono da AVL Antonio Aleixo

Desvalidos
(José Leite Guerra)

acomodados entre trapos
mal vestidos suas casas
são marquises de sobrados

ou de magazines chiques
os das noites assombradas
por dores e sacrifícios

dormem trágico abandono
em sonhares fictícios
bem à frente, adornado
(torre de concreto armado)

longilíneo edifício
descansam noite e dia
no lugar de duro abrigo
qualquer por moradia.


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Everaldo Lisboa


Patronesse : Martha Medeiros
Acadêmico : Everaldo Lisboa
Cadeira 12
Apogeu Poético: Homenagem Póstuma a Antonio Aleixo.
Tema : Poeta Visionário.
Homenagem póstuma ao Patrono
da AVL nosso amado poeta
Antônio Aleixo

Quero falar um pouco deste
poeta
Muito a frente do seu tempo
Estudiosos buscam ainda
material que se encontram
a deriva, pois o poeta nunca
se preocupou com seu acervo
Versejante de origem
humilde.
Pouca cultura apresentava
Porém de uma grande
sapiência trazia consigo
Não se importava de registrar
suas obras porém.
Apesar de sua extrema
simplicidade, era grande
conhecedor da realidade
social do seu tempo.
Várias profissões o poeta
abraçou ...
Porém a poesia era seu
talento por excelência
O poeta foi acometido
pela tuberculose que
acabou lhe tirando a vida.
Everaldo Lisboa


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Ana Cristina da Costa


Patronesse: Ana Cristina Cesar
Acadêmica : Ana Cristina da Costa
Apogeu Poético - Homenagem póstuma ao poeta
António Fernandes Aleixo." (1899 / 1949)
Tema: Poeta Visionário

"Eu não tenho vistas largas,
nem grande sabedoria,
mas dão-me as horas amargas
lições de filosofia."
António Fernandes Aleixo.
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Quem foi este homem que trouxe em seus dedos a maestria da montagem?
Montou quadras como nenhum outro.
Quem foi este cauteleiro, cantador de seus versos em praça pública?
Um homem destemido, trabalhador em instâncias,
Fez da vida faculdade, foi de fato um visionário
Em sua vida está impressa a riqueza da quadra perfeita
Sou de ti meu mestre uma eterna aprendiz
Um dia serei eu poeta tarimbada e refeita
Tanto quanto seu versar e sua força motriz.
Hoje eu te parabenizo e reverencio,
António Aleixo, de sua ideia hoje, vivencio.
Ana Cristina da Costa.




Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Emília Guerra


Patrono : Ariano Suassuna
Acadêmica : Emília Guerra
Cadeira : 04
Apogeu Poético : Homenagem Póstuma ao Poeta Antonio Aleixo
Tema : Poeta Visionário.
Acróstico homenagem ao poeta ANTONIO ALEIXO Patrono da Academia Virtual de Letras, em comemoração ao natalício do nosso poeta português.

A ntonio Aleixo, poeta do povo
N osso Patrono AVL querido
T em neste dia muitas homenagens
O rganizada por todos os confrades
N a data do seu lembrado falecimento
I nvisto no momento de emoção
O rgulho-me deste poeta cidadão.

A ndava nos sonhos de busca de igualdade
L evando poesia, na busca da verdade
E levando bandeiras de notoriedade
I ndo de encontro a poesia liberdade
X eique de esmero no poema protesto
O rgulho AVL de reconhecimento e esmero.


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Elias Torres


Patrono : Graciliano Ramos
Acadêmico : Elias Torres
Cadeira : 13
Apogeu Poético : Homenagem Póstuma a Antonio Aleixo.
Tema : Poeta Visionário.

Por mais uma vez venho homenagear
O ilustre poeta português que sempre brilhará
Pela sua humildade, mas de uma personalidade rica
Contra a burguesia usava seus versos fazendo criticas.

Antonio Aleixo, poeta popular e visante
Conhecedor dos problemas sociais
Politizava em suas palavras vibrantes
Preocupações com as relações intersociais.


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo - Edi Almeida


Patrono : Manuel Bandeira
Acadêmica : Edi Almeida
"Apogeu Poético, em homenagem póstuma ao grande poeta
António Aleixo." (1899 / 1949 ).
Tema : Poeta Visionário.

Poeta popular algarvio, de origens humildes, só deu os primeiros passos na leitura e na escrita aos 20 anos, altura em que cumpriu o serviço militar. Sem estudos, aprendeu com a cultura da vida, absorvendo o mundo à sua volta e interpretando-o através do seu dom para as quadras. Os temas são variados: «a religião e a riqueza, a guerra e os homens, os ofícios e a política» (p. 12).
Quando Começo a Cantar… foi o primeiro livro que publicou, pelo Círculo Cultural do Algarve, tendo esgotado num mês as 1100 cópias, mas a maior compilação da sua obra, Este Livro Que Vos Deixo…, só chegou à estampa em 1969, 20 anos após a sua morte. Do povo para o povo, a obra poética de António Aleixo ainda hoje é citada por alguns como se tratando de património oral, de autor desconhecido para quem cita. Algumas quadras:
«Uma mosca sem valor
Pousa com a mesma alegria
Na careca de um doutor
Como em qualquer porcaria.» (p. 49)
«Quem veste o que lhe dão,
Vive sempre num inferno,
Traz sobretudo no Verão
E anda em camisa de Inverno.» (p. 113)
«P’rá mentira ser segura
E atingir profundidade
Tem que trazer à mistura
Qualquer coisa de verdade.» (p. 153)
António Aleixo – O Poeta do Povo apresenta o homem e o escritor improvável, analisando a época e o contexto, a influência da família, da vida laboral, da emigração, da doença, a comparação com a vida e obra do trovador beirão Gonçalo Anes Bandarra, a amizade com Miguel Torga. Ponto de partida para a leitura das obras de António Aleixo, ou de chegada, para quem já as conhece e melhor pretende interpretá-las.
( Âncora Editora )
Ah, poeta
Quisera ter te conhecido...quisera, voltar no tempo, abraçar-te por um momento, nobre poeta sofrido.
Deixaste a tua história, o teu ser único, nas quadras, nos versos,
nos livros ...tua retórica além do seu tempo, n'alma tua que via o que para outros era invisível.
Mas com maestria, contavas como ninguém, nos teus escritos, cantando nas feiras de antigamente.
Hoje eu te homenageio, na minha modesta escrita.
Poeta Visionário António Aleixo, Patrono dessa nossa Academia.
E.A




Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo - Chico Mulungu


Patrono: José Lins do Rego
Acadêmico: Chico Mulungu
Cadeira: 24
Apogeu Poético: Homenagem Póstuma a Antônio Aleixo
Tema: Poeta Visionário
Homenagem Póstuma ao Patrono da A V L,
Poeta Antônio Aleixo.

POETA DO ALGARVE

Loulé, mãe gentil, teu filho brioso
Colhe louros de mártir varonil;
Antônio Aleixo, poeta honroso
Que o Algarve talhou-lhe o perfil.

Poesia de alcance extraordinário
Produziu este bardo menestrel,
Encantou, cantou o amor, foi canário
E seu tempo, foi de refutar cruel.

Mas, o talento é inoxidável,
Não enferruja ao vento inexorável
Da maresia, ou da ignorância.

Loulé, orgulha-te deste poeta
Que entre vates, jogou... foi atleta
E semeou a paz com abundância.

Chico Mulungu
Gba.15.11.16
Direitos autorais reservados
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Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo - José Manuel Cabrita


Patrono : Antero de Quental
Académico : José Manuel Cabrita Neves.
Cadeira : 07
Apogeu Poético : Homenagem Póstumas ao patrono AVL Antonio Aleixo.
Tema : Poeta Visionário.
HOMENAGEM AO POETA ANTÓNIO ALEIXO, relembrando a data do seu falecimento 16 de Novembro de 1949.

Apesar de mal saber ler e escrever, as suas quadras e peças de teatro revelam uma consciência da vida, cheia de carências do povo em geral e do poeta em particular.
É digno de um lugar de destaque no processo de mudança de mentalidades, preconizando nos seus versos, uma óptica mais socializante da sociedade e inferindo em forma capciosa a sua sensibilidade sobre a miséria que o rodeava e directamente o atingia. Também a sua obra teve uma acção preponderante indo de encontro ao pensamento e sentimento do povo, com a habilidade de se impor sem que fosse punido pelo forte regime policial da altura.
Desde cauteleiro (vendedor de loterias), Guardador de rebanhos de cabras, policia, servente de construção civil em França, a cantador em Feiras e mercados, tudo foram tentativas de ganhar o pão para alimentar a família mas nada foi suficiente para alterar a sua extrema magreza, a morte de uma filha com tuberculose e por fim, a sua própria morte com a mesma doença.
E António Aleixo escreveu:
Não acho maior tortura,
Nem nada mais deprimente,
Que ter de chamar fartura
À fome que a gente sente
Bate a fome à porta deles
E é lá mais mal recebida
Do que na casa daqueles
Que a sofreram toda a vida.
Tu já viste a “poesia”
Que há numa casa sem ceia,
Nem azeite na candeia,
Nem luz, se morre a do dia?...
São estas, como tantas outras quadras que deixam perceber a vida miserável mas ao mesmo tempo resignada de António Aleixo.
Consultei o Dicionário da Língua Portuguesa de Cândido de Figueiredo, Edição Bertrand e o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa 2ª Edição revista e ampliada da Editora Nova Fronteira para ver o significado da palavra VISIONÁRIO e em ambos os dicionários o significado de Visionário é o seguinte: Relativo a visões, Que tem ideias extravagantes, Excêntrico, aquele que tem visões ou acredita ver fantasmas, Devaneador, Utopista.
Sabendo como o poeta António Aleixo viveu, não consigo ver que tivesse Ideias extravagantes, que fosse excêntrico, que acreditasse ver fantasmas, que tivesse devaneios nem que fosse utópico.
Apenas em sentido figurado do termo visionário se poderá entender que tenha sido um IDEALISTA já que nem Sonhador a vida lhe permitiu ser.
António Aleixo foi sobretudo um ser humano que primava pela HUMILDADE e HONESTIDADE. Eis mais esta quadra que confirma a sua humildade.
Aqui não valho um vintém,
Longe daqui sou dif’rente;
Se vou onde vai alguém
Às vezes pareço gente

GLOSA

Neste mundo a que pertenço,
Sendo pessoa de bem,
Cada vez mais me convenço,
“Aqui não valho um vintém”!
Onde todos me conhecem
Por ser pobre e transparente;
De que existo, até se esquecem!
“Longe daqui sou dif’rente”!
Sou visto de outra maneira,
Sem o habitual desdém:
Mas de forma hospitaleira,
“Se vou onde vai alguém”!
Achando-me sem valor,
Honesta e humildemente,
Junto de gente “maior”,
“À s vezes pareço gente”!...
José Manuel Cabrita Neves
Carnaxide, 16 de Novembro de 2016


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo - Antônio Montes


Patrono: Augusto dos Anjos
Acadêmico: Antonio Montes
Cadeira: 16
Apogeu Poético : Homenagem Póstuma a Antonio Aleixo.
Tema : Poeta Visionário.

VISIONÁRIO

Em meio a tanta discórdia
e dias turvos de sonhos
o poeta desenrolava cordas
dos seus poemas risonhos.

Formava com sua visão
um futuro além do tempo
visionário de coração
mesmo exposto aos ventos.

Antonio Aleixo... Deixa
poemas, poesias, e frases
pensamentos cheios de queixas
tempo que se ruía as bases.

Mesmo em Cáceres editou
tudo que pensamentos mandava
falou de flores, guerras e amor
e dos comando que dilacerava.
Antonio Montes 18/11/16


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo - Antônio Jorge


Patrono : Chico Buarque de Hollanda.
Acadêmico : Antônio J Santos.
Cadeira : 28
Apogeu Poético - Homenagem Póstuma a Antônio Aleixo
Tema: Poeta visionário

Poeta visionário!
Vislumbrar sentimentos
dores e paixões
É capaz de arrancar suspiros
lágrimas e emoções

O poeta é atemporal: alcança o infinito
através da sensibilidade
com versos transcendentais
que viajam pelo tempo

Poeta, que lê mentes e corações
o que seria da lua, das flores
das sensações
se não fosse você!
_________Antonio J Santos
15/11/16







Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo - Andreiihya Marhyá


Patrono :Jorge de Lima
Academica :Andreiihya Marhyá
Cadeira :30
Apogeu Poetico -Homengaem Póstuma ao Patron AVL Antonio Aleixo
Tema : Poeta Visionário
António Fernandes Aleixo,

Nascido em 1899,em Vila Rica de Santo António,Portugal.
Foi considerado um dos poetas populares portugueses de maior relevo,afirmando-se pela sua ironia,e pela crítica social,sempre presente nos seus versos.
No emaranhado de uma vida cheia de pobreza,mudanças de emprego,emigração,tragédias familiares e doenças,na sua figura,de homem humilde e simples,houve o perfil de uma personalidade rica.Seu percurso de vida fazem parte profissões como:Tecelão,polícia,servente de pedreiro,trabalho este,como emigrante,exerceu em França.
Possuidor de uma rara espontaneidade de um apurado sentido filosófico e notável pela capacidade de expressão sintética de conteúdo de pensamento moral.
Escrevia sempre usando a métrica mais comum na língua portuguesa (Heptassílabos em pequenas composições de quatro versos,conhecidos como "Quadras" ou "Trovas").Nunca teve preocupação de registrar suas composições.Cantor do século XX,está hoje,bem enraizado e presente.Suas obras foram apresentadas na televisão,rádio e demaos sistemas de informação,e,em diversas "Antologias",e Patrono de Instituições e Grupos Políticos Culturais,existem medalhas cunhadas e monumentos erigidos em sua honra.Da sua autoria estão publicadas as seguintes obras:
*Quando começo a cantar(1943)
*Intencionais(1945)
*Auto do Curandeiro
*Este Livro Que Vos Deixo(1969)
*Inéditos(1979)tendo sido estes,quatro últimos publicados postumamente.
De regresso ao seu algarve natal,estabeleceu-se novamente em Loulé,onde passou a vender cautelas e a cantar as produções pelas feiras portuguesas.
Faleceu vítima de uma Turbeculose,a 16 de Novembro de 1949,doença que antes havia vitimado também uma de suas filhas.


Apogeu Poético: Homenagem Póstuma ao Patrono da AVL António Aleixo – Ana Sofia



Patrono: José Saramago
Acadêmica : Ana Sofia Carvalho.
Cadeira : 03
Apogeu Poético: homenagem póstuma ao patrono da AVL António Aleixo ( 1899/1949)
Tema: Poeta Visionário

MOTE:

" Este livro que vos deixo
E que a minha alma ditou
Vos dirá como o Aleixo
Viveu, sentiu e pensou."

António Aleixo

GLOSA:

O dia em que celebramos
A morte do grande Aleixo
É o dia em que bradamos:
" Este livro que vos deixo"!

Poesia é emoção
Como Aleixo ensinou
É falar com a Razão
E que a minha alma ditou.

Ficou p'rà eternidade
"Nesse livro que vos deixo"!
Um poeta de verdade
Vos dirá, como o Aleixo:

Injustiça social
Não foi Deus que inventou!
Poeta sensacional!
Viveu, sentiu e pensou!
ASC
Arte: escultor Nuno Rufino


sábado, 5 de novembro de 2016

Apogeu Poético Moderno Tema: Solidariedade – Elisabete Decoló.


Patrono : Alvares de Azevedo.
Acadêmica : Elisabete Decoló.
Apogeu Poético - Moderno - 12

Ser solidário.

Certo dia caminhando pela praia,
Vi um lixo, aquilo me incomodou.
Recolhi da areia, não vacilei,
Veio forte onda, nada levou.

Outro dia mais outro dia,
Fiz o mesmo ritual.
Até que um curioso,
Achou aquilo anormal.

Perguntou-me fazes por ganho?
Se não ganhas, porque apanhar.
Há pessoas pra este serviço,
Estas de graça a trabalhar.

-Eu respondi-lhe amigo!
Temos que ter solidariedade.
Se todos pegar o lixo,
Haverá mais facilidade!

O mar não carrega a sujeira...
Caminharemos pela areia limpa.
Se todos assim fizerem,
Manteremos a natureza supimpa.

Na manhã seguinte, estranhei,
Lá estava o cidadão.
Apanhando o lixo na areia,
Ajudando-me com seu jeitão.

Ficamos amigos solidário,
Fazendo sem ser obrigação.
Apenas colaborando,
Como exemplo e dedicação.

Solidariedade é ato de bondade,
Com as pessoas,e a natureza.
Todos são parte de nossas vidas,
Construir um mundo com delicadeza.


Apogeu Poético Moderno Tema: Solidariedade – Edi Almeida


Patrono : Manuel Bandeira
Acadêmica :Edi Almeida
Cadeira : 11
Apogeu Poético - Moderno
Tema : Solidariedade.

Me acordem por favor...dessa letargia na qual tenho estado... a tanto tempo me embriagado, desse conformismo...que se torna.... minha zona de conforto... esquecendo assim o desconforto.... de ouvir os outros que tanto gritam por mim... acordo e vejo sim...que me falta amor...me falta plantar no peito a semente...que vai germinar...se tornando a planta preciosa...chamada: solidariedade...talvez eu me pergunte...porque??? Se eu estou bem... mas...e o vizinho? o parente, o amigo, a criança, o adolescente, o velho o ser humano...comum...que ronda pelas ruas sem ninguém que lhes estenda a mão...gritam em alto e bom som... pedindo amor...amizade...assistência...compaixão...por irmandade...então eu emudeço...diante de uma ação que responderia a tudo, que me é pedido...sob o som do desespero aflitivo com que pedem aos gritos aflitos e sentidos os desvalidos... e tudo isso se aplica numa única forma...na ação...contida numa única palavra: SOLIDARIEDADE!!!

Apogeu Poético Moderno Tema: Solidariedade – Andreiihya Marhyá


Patrono :Jorge de Lima
Acadêmica :Andreiihya Marhyá
Cadeira :30
Apogeu Poético - Moderno
Tema : :Solidariedade


CAMINHOS DE SABEDORIA

Sou um sonhador
Na luta,
Por meus sonhos.
Busco a minha,
Paz..
Espiritual,
Quero está de mãos dadas,
Com Deus..
Ajudar a quem precisa,
Cuidar daquele idoso,
Solitário..
Fazer um afago doce,
Em seus lindos..
Cabelos brancos.
Ser aquele Papai Noel..
Que alegra,
Corações tão desesperançados,
Das tristezas..
Humanas.

Quero dividir
Meu pão,
Como meus irmãos,
Abrir mão de mesmo,
Para ajudar..
A que tanto necessita,
De amparo.

Quero ser melhor,
Do que ontem,
Melhor do que hoje...
Olhar para céu,
Todos os dias,
E pedi ao Pai..
sua proteção,divina,
E sempre..
Pedindo forças,
Para lutar,
Pela vida..
Pelo amanhã..
Lutar não só por mim,
Mas por aqueles,
Que não tem,
Um motivo pra sorrir..
Nem um caminho,
á seguir..

Posso ser essa luz,
Senhor..
Com vossa permissão,
Escolhida..
Humildemente por ti,
Para que,em cada gesto..
Meu,
Eu possa,alegrar...
O pobre coração,
De quem..
Realmente mais precisar!

Apogeu Poético Moderno Tema: Solidariedade – Sônia M.Gonçalves

Patrono:William Shakespeare
Acadêmica Honorária: Sônia M.Gonçalves

Quinhão De Bem 

Cada um dá o que tem
Por dentro da alma à soldadura
Se no coração há infinito Bem... 
A ajuda é proporcional e até cura
Cada um tem em si uma raiz solidificada
Um quinhão de bem para distribuir 
Uma poção de magia da alma emanada
Um legado de força que o faz bem fluir 
Doar sem parcelar amor incondicionalmente
Estender a mão amigável com boa vontade
Em verdade é amorável ser solidário a favor e por 
Espalhar pelo vento, pelo tempo vossa majestade

Oferecer o quinhão de coração com solidariedade
No sentido mais humano doar amor.

Son Dos Poemas 
Sônia M.Gonçalves